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Quais são as principais estratégias para a criação de um produto de software?

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A criação de um produto de software é um assunto central quando a ideia é soluções tecnológicas que atendam as demandas de um público alvo.

Isso porque algumas pautas como automação das tarefas, rapidez nas atividades, redução de custos, entre outras possibilidades com o impacto positivo no dia a dia do consumidor são sempre perseguidas ou tidas como objetivos das grandes empresas.

Seja para uma companhia com ideias para o controle tecnológico de concreto ou uma agência de publicidade, pensar em estratégias para a criação de um produto de software é um passo interessante em prol da evolução e da imagem de referência no mercado.

Nesse intuito, preparamos esse conteúdo, para apresentar algumas das estratégias envolvidas nesse processo. Fique conosco na leitura abaixo e saiba mais.

Principais estratégias para um produto de software

Existem diversas estratégias possíveis de aplicar para a formulação de um produto de softwares, separadas por metodologias que delimitam diferentes caminhos para a equipe ou responsáveis seguirem. 

Metodologia tradicional

O modelo tradicional consiste em sequências de produção que devem ser obedecidas para o melhor desenvolvimento do produto, seja para projetos de arquitetura ou um aplicativo de celular.

São etapas rígidas onde os envolvidos devem ser informados dos principais procedimentos e realizar as tarefas impostas. Essas etapas são divididas em:

  • Especificação; 
  • Desenvolvimento;
  • Testes;
  • Implantação

Na primeira parte, da especificação, como o próprio nome indica, as funções e caminhos do objeto são explicadas e compreendidas, de forma que todos possam entender como de fato será o produto de software.

Feito isso, o desenvolvimento é encaminhado para de fato começar a fabricar o que foi pensado no papel. Alguns testes são realizados, de modo a encontrar falhas ou erros do processo e ele finalmente é implantado e disponibilizado.

É preciso muito planejamento e cuidado durante todas as etapas, visto que qualquer atraso ou erro pode significar novos custos e uma perda significativa de tempo até a apresentação do produto final.

Quando há uma conversa entre duas partes, um contratante, como um dono empresas de manutenção de elevadores e um contratado, uma agência de desenvolvimento de sistemas, por exemplo, uma nova proposta comercial deve ser apresentada.

E ainda assim, inicia-se uma nova discussão, para um novo acordo ser firmado e assim o projeto voltar ao caminho pretendido.

Metodologia ágil

A principal diferença com o modelo anterior é que a metodologia tradicional se concentra em um esquema longe das burocracias, onde a informação sobre erros ou novas alterações é enfrentada como parte do processo.

Há uma especificação prévia, para a compreensão do backlog do produto, ou seja, as funções gerais do software e as etapas para seguir não são tão fixas como no caso mais tradicional.

No desenvolvimento, as discussões sobre erros ou alterações são feitas, antes mesmo de levar o projeto para frente. Além disso, as entregas das tarefas são divididas em fases de acordo com as funções do projeto, facilitando todo o processo.

Para empresas de móveis planejados alto padrão que desejam se manter na concorrência do mercado, a metodologia ágil é a mais indicada, pois forma um ambiente próprio para as mudanças proporcionadas pelo rápido desenvolvimento da internet.

Se apropriar de uma metodologia sem esse olhar, pode ocasionar em um atraso perante às demandas do público e o auxílio para a agilidade desejada pelos usuários.

O custo de um projeto focado na metodologia ágil também possui uma diferença interessante: é pelo tempo que será desenvolvido, não por outras implicações, um fato que leva para a autonomia e produtividade da equipe responsável.

Quanto ao feedback, parte fundamental de diversas estratégias, no caso da metodologia ágil, é constante. Isso porque são pequenas partes em desenvolvimento, até formar o todo do produto de software, garantindo uma atualização mais inovadora a cada passo concluído.

Cargos para a criação de um produto de software

Da mesma forma que uma empresa possui equipes com funcionários de áreas diversas, para que todo o organismo da empresa possa atuar da melhor forma, a criação de um produto de software também requer diversas funções para o desenvolvimento completo.

Product owner

Esse cargo é o principal voltado para a conversa com o contratante. Ele fica responsável por passar as tarefas para o restante do time. As principais decisões passam por ele e o mesmo deve ter um bom estudo para traduzir as necessidades para os colaboradores.

As dúvidas que surgem durante o desenvolvimento de um aplicativo de edição de fotos, por exemplo, devem ser esclarecidas pelo Product Owner.

Ele deve ser um profissional com bom diálogo e capacidade de fazer todo o time caminhar de forma produtiva e com a ausência de crises.

Desenvolvedor

Outra parte fundamental para um produto de software é o desenvolvedor, uma função totalmente operacional no que tange às propriedades do sistema. Os conhecimentos sobre códigos, programação e tecnologia fazem parte do repertório do desenvolvedor.

Também compreendido como programador, esse profissional ordena, altera, configura e realiza a manutenção de todas as funções de um produto de software. Sem dúvidas, é o mais capacitado de um time, com o conhecimento gramatical tecnológico adequado.

Um aplicativo com a capacidade de calcular uma esquadria de alumínio sob medida, por exemplo, passa pelas mãos de um desenvolvedor, sendo ele o responsável por receber os comandos do Product Owner e colocá-los em prática.

UX designer

O braço direito do desenvolvedor é o UX Designer, colaborador que deve se colocar no lugar do público e facilitar toda a experiência desse usuário.

Nesse sentido, alguns itens fazem parte das principais demandas do UX designer: interface, linguagem, texto, usabilidade e a apresentação inicial do produto de software.

Todo o caminho percorrido pelo usuário também é parte das tarefas do UX designer, que deve entender qual o melhor caminho para facilitar o uso do público.

Seja para uma página de internet ou um aplicativo de cálculo de dedetização valor, o UX designer será o colaborador com a capacidade de projetar a aparência, os botões e adaptações do software final.

Principais etapas da criação

Existem três etapas principais na criação de produtos de software, onde o diálogo e o trabalho em si são potencializados para o desenvolvimento de algo maior e útil para o público de uma empresa.

Especificação

Essa fase já foi mencionada quando comentamos acerca das metodologias. A especificação nada mais é do que a compreensão total do projeto a ser enfrentado.

De início, o contratante conversa com o Product Owner, explicando detalhadamente aquilo que deseja.

Questões como necessidade, funções, orçamentos e avaliação da disponibilidade de outro produto semelhante no mercado fazem parte dessa primeira troca de ideias.

Além disso, como qualquer planejamento ou estratégia, seja para um plano de marketing ou um grande projeto de tratamento de água, define-se prazos para o cumprimento da equipe. Os itens são compartilhados e o trabalho começa a ser colocado em prática.

Desenvolvimento

Na etapa do desenvolvimento, o UX designer se junta com o desenvolvedor e demais membros com funções correlatas para colocar o que está no papel dentro da formulação do produto de software.

A necessidade e utilidade do aplicativo deve ser compreendida pelos profissionais, para que possam colocar em prática as mecânicas da linguagem em prol de atingir um objetivo em comum.

Um item que não pode faltar dentro do desenvolvimento é o teste, para verificar a consistência, rapidez e cumprimento das funções firmadas na primeira etapa. São eles que decidirão eventuais consertos, alterações ou até mesmo o início de um novo projeto.

Há um modo de averiguar a funcionalidade total de um produto de software. É a partir da simulação de um usuário, onde toda a jornada deste é visualizada e as respostas são coletadas para aprimoramento ou permanência dos efeitos adquiridos.

Entrega

Por fim, há a entrega do produto final. Essa fase envolve a instalação do mecanismo dentro dos computadores da empresa ou a configuração nas lojas de aplicativos para que o usuário possa baixar, instalar e usar.

Existem diversos tipos de lojas voltadas para diferentes sistemas operacionais. O desenvolvedor e gestor que pretende apresentar o produto para o maior público possível deve configurar o aplicativo para atender as regras e demandas de cada loja.

Dessa forma, não importa qual seja o usuário, ele vai desfrutar de todas as funcionalidades do aplicativo, otimizando o tempo e curando as necessidades do dia a dia.

Comece a criar um produto de software agora!

De solo grampeado para a busca das melhores rotas de caminhada, aplicativos tem auxiliado profissionais, otimizando caminhos e proporcionando entretenimento para diversos usuários pelo mundo.

Seja a partir do contrato de uma empresa de TI ou com os estudos do mercado, a criação de um produto de software exige tempo e muita estratégia para proporcionar a experiência mais adequada aos clientes. 

Portanto, revise as informações compartilhadas neste artigo, se aprofunde nos conhecimentos e comece a pensar no melhor produto de software para a sua empresa. Boa sorte!Texto originalmente desenvolvido pela equipe do blog Business Connection, canal em que você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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